
O que é a fecundação in vitro?
É um processo que permite a manipulação da fertilidade.
Em 1978 foi gerado o 1º bebé em laboratório, porque uma mulher tinha as trompas de Falópio obstruídas, mas poderia então acolher no seu ventre uma criança.
Através de uma técnica de reprodução assistida em casos de infertilidade - Fecundação in vitro.
Factor de infertilidade:
- Trompas de Falópio bloqueadas ou danificadas;
- Outro factor de infertilidade: número reduzido de espermatozóides, de má qualidade e com reduzida mobilidade.
Em situações como estas recorre-se então à fecundação in vitro que é a união em laboratório, de um espermatozóide com um oócito.
Esta tem que ocorrer em condições de assepsia e a uma temperatura média de 37ºC.
As pacientes são submetidas a uma estimulação da ovulação, com o objectivo de se obterem mais oócitos que o normal, quando maduros são cuidadosamente colhidos.
Faz-se uma aspiração do conteúdo dos folículos sendo este colocado imediatamente numa placa,
sendo assim possível a observação ao microscópio da sua maturidade e qualidade, posteriormente são colocados em meio de cultura próprio.
Cada óvulo é combinado com cerca de 75000 e 100000 espermatozóides dentro de uma caixa petri, daí a designação in vitro.
Os blastocistos de 2 a 6 dias no laboratório depois sao introduzidos no útero já sob a forma de embriões.
Desvantagens da fecundação in vitro:
Gestaçao múltipla, hoje em dia pode ser evitada com a transferência tardia dos embriões fecundados em laboratório permitindo:
• Transferir no estádio de blastocisto, com maior probabilidade de nidação;
• Proceder a uma selecção mais rigorosa dos blastocistos, com implantação de 3 ou mais embriões;
•Maior sincronização do ciclo menstrual, transferindo os embriões apenas quando o endométrio se encontra preparado para nidação;
•Evitar que haja mais de um embrião implantado.
Blastocistos não utilizados podem ser:
Conservados até ao 3º dia de cultura no laboratório em estufas e incubadoras reproduzindo desta forma o organismo materno;
Depois de 3 dias (embrião)reunem-se todas as condições necessárias podem ser congelados - Crioconservação.
Caso os embriões sejam conservados podem ser:
- Doados para investigação;
- Utilizados em tentativas posteriores de engravidar;
- Doados a casais inférteis.
É um processo que permite a manipulação da fertilidade.
Em 1978 foi gerado o 1º bebé em laboratório, porque uma mulher tinha as trompas de Falópio obstruídas, mas poderia então acolher no seu ventre uma criança.
Através de uma técnica de reprodução assistida em casos de infertilidade - Fecundação in vitro.
Factor de infertilidade:
- Trompas de Falópio bloqueadas ou danificadas;
- Outro factor de infertilidade: número reduzido de espermatozóides, de má qualidade e com reduzida mobilidade.
Em situações como estas recorre-se então à fecundação in vitro que é a união em laboratório, de um espermatozóide com um oócito.
Esta tem que ocorrer em condições de assepsia e a uma temperatura média de 37ºC.
As pacientes são submetidas a uma estimulação da ovulação, com o objectivo de se obterem mais oócitos que o normal, quando maduros são cuidadosamente colhidos.
Faz-se uma aspiração do conteúdo dos folículos sendo este colocado imediatamente numa placa,
sendo assim possível a observação ao microscópio da sua maturidade e qualidade, posteriormente são colocados em meio de cultura próprio.
Cada óvulo é combinado com cerca de 75000 e 100000 espermatozóides dentro de uma caixa petri, daí a designação in vitro.
Os blastocistos de 2 a 6 dias no laboratório depois sao introduzidos no útero já sob a forma de embriões.
Desvantagens da fecundação in vitro:
Gestaçao múltipla, hoje em dia pode ser evitada com a transferência tardia dos embriões fecundados em laboratório permitindo:
• Transferir no estádio de blastocisto, com maior probabilidade de nidação;
• Proceder a uma selecção mais rigorosa dos blastocistos, com implantação de 3 ou mais embriões;
•Maior sincronização do ciclo menstrual, transferindo os embriões apenas quando o endométrio se encontra preparado para nidação;
•Evitar que haja mais de um embrião implantado.
Blastocistos não utilizados podem ser:
Conservados até ao 3º dia de cultura no laboratório em estufas e incubadoras reproduzindo desta forma o organismo materno;
Depois de 3 dias (embrião)reunem-se todas as condições necessárias podem ser congelados - Crioconservação.
Caso os embriões sejam conservados podem ser:
- Doados para investigação;
- Utilizados em tentativas posteriores de engravidar;
- Doados a casais inférteis.
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